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quinta-feira, 22 de abril de 2010

IV Aquafirme'10 - Descida do Rio Paiva

O Rio Paiva é o melhor rio de rafting em Portugal.

Este programa de Rafting consiste na descida de um percurso de 10kms de rio, desde a localidade de Espiunca (Arouca) até à Ponte da Bateira (Castelo de Paiva e Cinfães). O troço foi seleccionado por reunir as componentes mais divertidas do rio, aliadas à segurança, às melhores condições logísticas (balneários, tempos de deslocação, etc) juntamente com a duração da actividade. O ponto de encontro é efectuado no centro de Castelo de Paiva por ser a localidade com melhores acessos às grandes vias (45mins do Porto).

O Rio Paiva é caracterizado pelas suas encostas íngremes, todas em granito recortado pela água, com uma vegetação densa e possante. As margens pouco ou nada povoadas fazem este rio um dos mais límpidos da Europa, conseguindo-se vislumbrar facilmente o fundo irregular a muitos metros de profundidade. A fauna é igualmente abundante de peixes e aves de rapina, por vezes avistam-se lontras e outros animais selvagens. A sua configuração rochosa, declive considerável, percurso sinuoso e leito relativamente estreito, fazem-no bastante divertido e com diversos obstáculos naturais (quedas de água, ondas, buracos, curvas, árvores, saltos, etc). É no entanto seguro para praticantes com pouca experiência e possui diversos troços com vários graus de dificuldade.

Alimentado essencialmente pelas águas da chuva, a estação deste rio para o Rafting inicia-se, normalmente, em finais de Outubro e termina no início de Junho do ano seguinte, devido a não ter água suficiente nos períodos quentes.

Pode ser feito o download do Termo de Responsabilidade e do Folheto da Actividade em :

http://efpenafirme.wordpress.com/

sábado, 9 de maio de 2009

III AQUAFIRME'09

Descida do Rio Tejo!

No dia 9 de Maio de 2009 um grupo de 47 amigos decidiu juntar-se para um dia de diversão em Constância, a fazer canoagem.




A nossa viagem iniciou-se bem cedo, ainda com o sono a assombrar-nos as pálpebras. Longa, mas calma, a nossa viagem caracterizou-se pelas partidas entre os mais afoitos e irrequietos, pelos braços e corpos pintados dos que se deixavam levar pelo “João Pestana”. Eram cerca das 10 horas da manhã e já nos encontrávamos em Constância.

À hora de chegada, menos ensonados, vestimo-nos a rigor para a fantástica descida do Tejo, mas ainda assim havia gente que confundia as casas de banho masculinas das casas de banho femininas, o que levou a momentos de comicidade extrema e embaraço descomunal.




Prontos a pagaiar, com a explicação esclarecedora da nossa tutora para os principiantes nestas andanças, instalámo-nos nos kayaks respectivos e lá começamos a dita cuja árdua tarefa. A nossa expedição estava oficialmente iniciada. Escusado será dizer o quão hilariante foi ver os novatos a (tentarem) remar ou mesmo a tentarem fazer um percurso contínuo, em linha recta e não ziguezagueando pelo rio, conhecendo ambas as margens.




Entre barcos virados, pessoas atiradas ao rio, “kamikazes destruidores”, a chuva insignificante, gargalhadas estridentes, brincadeiras incessantes e cantorias desafinadas, a nossa jornada de cerca de 10km pelo rio Tejo foi-se passando. Quando parámos no Castelo de Almourol, com cabelos molhados, o corpo gelado e os pés petrificados, subimos pelas escadas incertas até ao topo, onde tivemos contacto visual com uma das mais belas paisagens naturais do nosso país. Sempre em movimento, a saltar e a pular, fomos ao encontro dos nossos kayaks para terminar o nosso trajecto até Vila Nova da Barquinha, agora como verdadeiros profissionais na arte de pagaiar, onde já não existiam kamikazes, mas sim pessoas com um desejo infindável de irem à água.




Chegados a Vila Nova da Barquinha, depois de secos, doridos e prontos a comer (até insectos se estivessem por perto), juntámo-nos todos para surpreender a nossa aniversariante cantora com um bolo de aniversário gigante, que todos agradeceram.



A viagem de regresso foi bastante mais calma, apesar de assombrada pelo medo aterrador das fotografias humilhantes de olhos fechados e boca aberta, mas ainda assim bastante animados e totalmente esgotados, sem parte alguma do corpo que não doesse.




Num percurso divertido pelas águas calmas do rio Tejo, o grupo de amigos aproveitou a interacção desportiva em harmonia com a natureza e encontra-se já preparado para o próximo IV AQUAFIRME, que promete ser ainda mais emocionante e hilariante.


Joana Santos

sábado, 28 de abril de 2007

I AQUAFIRME'07

Descida do Rio Zêzere

E foi com um sentimento de objectivo bem cumprido que o I AQUAFIRME - Descida do Zêzere’07 levou, no passado Sábado, dia 28 de Abril, cerca de 40 canoístas desde a Barragem do Castelo do Bode até Constância numa extensão de 9,5km.

“Pense em si e nos seus, Faça exercício” foi o mote desta iniciativa organizada pelo Clube Académico de Penafirme (C.A.P.) que é uma das actividades que o seu Núcleo Aventura PéFirme, promove junto da comunidade local.

A opinião generalizada dos participantes deste evento, com idades compreendidas entre os 10 e os 45 anos, foi a de satisfação e corpo dorido. Num percurso de águas calmas que combina com pequenos rápidos, os canoístas aproveitaram a interacção desportiva em harmonia com a natureza e encontram-se já expectantes quanto ao II AQUAFIRME’07, que brevemente terá novidades.

Na organização deste evento, o C.A.P. contou, como apoios, a Tatiérica Sociedade de Combustíveis, Lda. e as lojas Manel Sport com a sua nova colecção de Verão 2007 Santa Cruz que, em parceria com a marca de actividades de outdoor Salomon, vestiram e calçaram os promotores do evento.